O desejo em ser igual a todas as nações ao redor, incitou Israel pedir um rei ao Senhor. Assim, Saul, jovem, belo e forte, foi feito rei, atendendo aos anseios do povo.
Dois anos se passaram. Temido e rico, Saul se deixou levar pelo poder. Desobedeceu a Deus e ainda justificou-se ao ser repreendido pelo profeta. Neste dia perdeu a coroa para alguém ainda criança em alguma fazenda de Israel - Davi.
Com tudo nas mãos, a faca e o queijo, Saul não aproveitou o tempo que ainda teria – 40 anos. Um abismo chama outro abismo. Pecado sobre pecado tornou-o amargurado, irascível e de atitudes descontroladas. Se tivesse pedido perdão se humilhando, talvez, outra oportunidade lhe teria dado o Senhor...
Deus é o mesmo ontem, hoje e o será para sempre. O braço do Senhor não está encolhido e nem o seu ouvido surdo.
Quantas vezes estamos com a faca e o queijo nas mãos, mas a vaidade e soberba da vida nos faz esquecidos que nada possuiríamos se O Eterno não o permitisse. Erramos. Não pedimos perdão, não nos humilhamos, não confessamos o pecado, antes nos justificamos acusando circunstancias ou outras pessoas. E, como Saul, passamos lutar pelo que não mais nos pertence. Só um retrospecto nos fará descobrir onde estaríamos sem o primeiro deslize.
Casamento?
Ministério?
Família? ... ... ...
Não perca a benção por vergonha de se retratar diante de Deus, do cônjuge, da família e se necessário diante da sociedade.
“Os sacrifícios que agradam a Deus, são um coração quebrantado; um coração quebrantado e contrito, não desprezarás ó Deus.” Salmos51. 17
“Pois assim diz o Alto e Sublime
que vive para sempre e cujo o nome é santo: